PARTE 3 - Luz Natural

A luz natural vem em uma ampla variedade de "sabores", e a diferença entre eles pode ser enorme.

A fonte de toda a nossa luz natural é o sol, no entanto, essa luz assume aspectos diferentes em momentos diferentes do dia e em diferentes condições climáticas, tornando esta uma fonte de luz essencial, com muitas diferenças, que variam de forte e quente a suave e fria.

Basicamente, o brilho do sol é descrito no diagrama da Parte 1. É isto que a maioria de nós imaginaria como um dia normal, ensolarado e brilhante.

Esta imagem representa a luz do sol do meio da manhã, ou da tarde e, provavelmente, é o tipo mais simples de luz que o sol fornece em termos de cor e de aspecto, porém, o aspecto da luz do sol pode ser afetado por dois fatores principais: a cobertura de nuvens e a forma de espalhamento das ondas de luz na atmosfera.

Como já foi discutido na Parte 1, a atmosfera da Terra espalha as ondas mais curtas de luz, criando o efeito de céu azul, ou o avermelhamento da luz do sol em si. Quanto maior for a camada de ar através da qual a luz tiver que viajar, maior será o espalhamento, ou seja, quanto mais baixo estiver o sol no horizonte, no início e no fim do dia, mais espessa a camada da atmosfera a ser atravessada, causando mais espalhamento.

Obviamente, isto significa que o aspecto da luz do sol também varia conforme o momento do dia, havendo, ainda, condições especiais, que ocorrem quando o sol está abaixo do horizonte,  passando a ser o próprio céu a única fonte de luz.

As nuvens tem um grande impacto tanto na cor quanto no aspecto da luz solar. Por serem translúcidas, deixam passar luz através delas, mas, de uma forma difusa. Quando a luz viaja através de um objeto transparente, como o vidro, os raios permanecem paralelos, porém, numa superfície translúcida, os raios de luz são desviados e emergem em várias direções. Este é um fenômeno que ocorre nas nuvens é semelhante ao espalhamento da luz azul pela atmosfera, diferindo no fato de ocorrer em todos os comprimentos de onda, e não apenas nos mais curtos.

O efeito é a transformação do sol, uma fonte de luz pequena e forte, em uma fonte grande e suave: o céu. A cor da luz também é profundamente afetada pelas nuvens, uma vez que estas escondem o céu azul e a luz vinda dele.

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Luz Inferior


Se a luz projetada diretamente de cima já é rara, então, a luz vindo diretamente de baixo é ainda mais.

Em um contexto natural, pode acontecer se alguém estiver sobre uma fogueira, ou segurando uma tocha, por exemplo. Outro caso de luz que pode vir diretamente de baixo é a luz refletida, como aquela refletida pela água.

Essa luz vai dar uma aparência estranha até mesmo às coisas mais corriqueiras, devido à inversão das projeções das sombras, que aparentam estar de cabeça para baixo.

A raridade desse tipo de luz permite sua utilização para o efeito criativo, já que nós, instintivamente, reconhecemos quando a aparência de alguma coisa não está correta. Isso pode ser usado para criar ambientes específicos para transmitir determinadas emoções, através da manipulação da iluminação.
A luz vinda de baixo é incomum, mas,
pode ser usada para criar imagens incomuns.

Iluminar uma pessoa com luz inferior cria um aspecto estranho, onde
até a sombra dos olhos fica posicinada de maneira incomum. Percebe-se, também,
a enfatização da textura da pele.
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Luz Superior


Apesar de ser um pouco menos comum, a iluminação de cima é naturalmente encontrada em dias nublados. Também pode ser percebida na luz do sol do meio dia, em alguns interiores, ou em outras situações específicas, como iluminação de palco.

Com luz suave, é um meio efetivo de revelar formas.

Com luz intensa, pode dar um ar de mistério, projetando sombras dramáticas, sob as quais se escondem muitas formas. Pessoas abaixo de luzes intensas terão os olhos totalmente escondidos pelas sombras.

Percebe-se que raramente a iluminação superior é utilizada por artistas, porém, isso não quer dizer que não deva ser usada. Para um dia nublado, é a configuração mais realista, com o céu agindo como uma grande fonte de luz difusa.

É também uma solução de iluminação para situações que exijam uma atmosféra mais incomum, por não ser vista frequentemente, podendo criar uma situação de desconforto.
Luz suave, de cima, é característica
dos dias nublados.

Iluminar uma pessoa, a partir de um ponto
diretamente acima dela, pode dar um ar ameaçador,
enfatizando a estrutura óssea e a profundidade dos olhos.

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Luz Posterior


A luz posterior é aquela em que o espectador está olhando diretamente na direção da fonte de luz, fazendo com que os objetos tenham suas bordas iluminadas. As faces dos objetos voltadas ao espectador ficam escuras, ou iluminadas apenas pela luz de preenchimento. Geralmente cria uma atmosfera muito dramática, de alto contraste.

Se o ponto de luz estiver a um ângulo suave em realação ao olho do observador, os objetos terão um contorno de luz definindo uma ou mais de suas bordas e, quanto mais forte a luz, mais intenso será esse contorno.

Cenas iluminadas por trás geralmente contêm uma grande quantidade de sombras, a menos que a fonte de luz seja muito suave. Na maioria das vezes a imagem será predominantemente escura, com partes iluminadas dramaticamente. A iluminação de contornos que ocorre nesta situação pode ser muito útil para a definição de formas entre as sombras. Outra característica deste tipo de luz é que ela revela translucidez, transparência e qualquer detalhe ou textura ao longo das bordas brilhantes. Este tipo de luz é muito eficaz para dramatizar uma imagem.
A iluminação posterior pode dar um ar atranete
até mesmo às cenas mais comuns.
É também uma maneira muito efetiva de
revelar translucência.
Silhuetas são uma característica comum
de cenas com iluminação posterior.


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Luz Lateral


A luz lateral é muito boa para mostrar a forma e a textura, além de proporcionar uma qualidade tridimensional aos objetos. As sombras são proeminentes e podem ocasionar um alto contraste. Pode ser usada para projetar sombras dramáticas sobre as superfícies, criando uma atmosfera, um ambiente. Geralmente, essa fonte de luz é atraente e é também utilizada para gerar um outro tipo de efeito: este é o tipo de luz encontrada no início e no fim do dia, sendo vista em filmes e fotografias.

Problemas potenciais do uso de luz lateral são a perda de detalhes, que podem ficar escondidos em áreas de sombra, ou a luz pode revelar imperfeições, como por exemplo, rugas.

Em fotografia, a luz lateral é geralmente usada em retratos masculinos e não em femininos, pois as sombras podem apresentar-se bastante rígidas, principalmente se não tiverem bordas suaves.
Luz lateral pode ser usada com grande efeito para
revelar forma e textura.
A textura dessa parede é revelada na luz da tarde
que passa através dela.
As longas sombras projetadas nessa imagem ajudam a dar
a ela o senso de profundidade e dimensão
.


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Luz Frontal


É a configuração onde a fonte de luz está posicionada diretamente atrás do ponto de vista do espectador. É comumente percebida em fotografias tiradas com flash e, quando a fonte de luz é muito forte, pode ser desagradável, porém, há exceções. Em algumas situações é possível criar imagens muito atraentes utilizando uma iluminação frontal com a dose correta de suavidade.

Luz frontal forte tem esse aspecto sem graça e pouco atraente.

Suavidade sobre a forma. Proporcionada por iluminação frontal suave.

Iluminação frontal pode fazer a imagem parecer achatada, por não ser boa para revelar forma e textura.

O principal inconveniente da iluminação frontal é a pouca capacidade de revelar formas e texturas, pois as sombras ficam ocultas à visão. Como resultado, pode simplificar as imagens, fazendo-as parecerem achatadas.

Porém, o uso de iluminação frontal suave e bem difundida pode ser de bom tom para certos assuntos, ajudando a esconder rugas e manchas e, por isso, é muitas vezes usada em fotografia de retratos e produtos.

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Direção da Luz

A direção a partir da qual observamos uma fonte de luz tem um profundo efeito sobre nossa percepção e sobre qual será a aprência dos objetos que compõem a cena observada. A escolha da direção da fonte de luz principal é uma das decisões mais importantes a serem tomadas, afinal terá grande impacto na forma como a cena será percebida, além de definir as emoções transmitidas por ela.

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Ajuste da Escala

A escala, no AutoCAD, pode ser ajustada através de um procedimento relativamente simples, que envolve apenas a alteração de uma propriedade da viewport que contém a vista do modelo.

É importante salientar que a escala nada mais é do que um nível específico de zoom aplicado ao desenho. Este nível de zoom é obtido através da conversão da unidade de medida, utilizada no desenho, para o milímetro, que é a unidade padrão do layout no formato ISO A, conforme especificação da NBR 10068.

Definindo a Escala

Na prática, existem duas formas de fazer o ajuste da escala da vista do desenho, que funcionam em todas as viewports:

Método 1 - o ajuste do custom scale, na janela de propriedades do objeto (properties), com a viewport selecionada;

Método 2 - o uso do comando zoom, com a viewport ativa.

Método 1 - Usando Properties

1º Passo: 
Ative o layout que contém a viewport com a vista do modelo e certifique-se de estar no paper space, ou seja, sem nenhuma viewport ativa.

Para ter certeza de estar no paper space, ative o comando ps e observe a borda da viewport, que deve estar traçada com uma linha fina, conforme o exemplo da figura a seguir:
Figura 1 - Paper Space com uma viewport.
Clique na imagem para ampliar.

2º Passo:
Selecione a viewport, clicando sobre o contorno da mesma. Quando a viewport está selecionada, surgem os grips (quadrados azuis) nos 4 cantos da viewport, conforme o exemplo da figura a seguir:
Figura 2 - Viewport Selecionada.
Clique na imagem para ampliar.
3º Passo:
Ative o comando properties, digitando pr, e digite, no campo custom scale, o valor especificado nas tabelas de escalas.
Figura 3 - Propriedades da viewport.
Clique na imagem para ampliar.


Método 2 - Usando Zoom

Também é possível ativar a viewport e usar o comando zoom com a opçao xp. Por exemplo z 5xp onde o valor 5 deve ser substituído pelo valor do custom scale da tabela de escalas específica.

Tabelas de Escalas

Escalas de Redução

Tabela 1 - Milímetros
Escala
Custom Scale
1:2
0.5
1:5
0.2
1:10
0.1
1:20
0.05
1:50
0.02
1:100
0.01
1:200
0.005
1:500
0.002
1:1000
0.001
1:2000
0.0005
1:5000
0.0002

Tabela 2 - Centímetros
Escala
Custom Scale
1:2
5
1:5
2
1:10
1
1:20
0.5
1:50
0.2
1:100
0.1
1:200
0.05
1:500
0.02
1:1000
0.01
1:2000
0.005
1:5000
0.002

Tabela 3 - Metros
Escala
Custom Scale
1:2
500
1:5
200
1:10
100
1:20
50
1:50
20
1:100
10
1:200
5
1:500
2
1:1000
1
1:2000
0.5
1:5000
0.2

Escala Natural

Tabela 4 - Escala Natural
Unidade
Escala
Custom Scale
mm
1:1
1
cm
1:1
10
m
1:1
1000


Cálculo do Custom Scale para Escala de Redução

Caso haja a necessidade de calcular o custom scale para uma escala diferente das citadas acima(NBR 8196), usa-se a fórmula a / b (a dividido por b) onde: 

a = quantidade de milímetros na unidade de medida utlizada no desenho
b = escala desejada

Por exemplo, para um desenho feito em metros ( a = 1000), para saber o custom scale da escala 1:75 (b = 75), calculamos 1000 / 75 (1000 dividido por 75), cujo resultado é custom scale = 13.3333.

Exercício: Morsa - Peça: 01

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Exercício 20110412

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Exercício 20110411

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Vistas Isométricas / Auxiliarres:
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Layout e Dimensões da Folha para o Desenho Técnico

Image: Ambro / FreeDigitalPhotos.net
Assim como outros elementos do desenho técnico, também a folha de papel possui suas características normalizadas, de tal forma a estabelecer padrões aceitos e compreendidos em escala global.

No Brasil, as características das folhas para desenho técnico são estabelecidas na NBR 10068 (Folha de Desenho - Leiaute e Dimensões), que considera todos os requisitos necessários à reprodução e microfilmagem dos originais.

A norma especifica posição e dimensão da legenda, margem e quadro, marcas de centro, escala métrica e de referência, sistema de referência por malhas e marcas de corte.

Formato do Papel

Será utilizado o formato da série A, sendo que o original deverá ser executado no menor formato possível, desde que não prejudique a sua clareza, podendo ser desenhado tanto na horizontal quanto na vertical.

Tabela 1 - Formatos da série "A"
(Unid.: mm)
Designação
Dimensões
A0
841 x 1189
A1
594 x 841
A2
420 x 594
A3
297 x 420
A4
210 x 297

Havendo a necessidade, a norma permite a utilização de formatos fora do padrão, porém, é recomendado que a folha tenha largura ou comprimento correspondendo ao múltiplo ou submúltiplo do formato padrão, devendo, ainda, haver nas folhas pré-impressas, se estas não forem recortadas, um excesso de 10 mm nos quatro lados.

Margens e Quadro

As margens são delimitadas, externamente, pelo contorno da folha e, internamente, pelo quadro, que é colocado para servir como limite para o desenho. A margem esquerda será maior para permitir a perfuração e o arquivamento.

Tabela 2 - Largura das linhas e das margens
(Unid.: mm)
Formato
Margem
Largura da linha do quadro
Esq.
Dir.
A0
25
10
1,4
A1
25
10
1,0
A2
25
7
0,7
A3
25
7
0,5
A4
25
7
0,5

Legenda

A legenda, conforme a NBR 10582, é usada para informação, indicação e identificação do desenho e deve ser posicionada dentro do quadro, no canto inferior direito, tanto nas folhas posicionadas na horizontal quanto na vertical, correspondendo à direção de leitura.

Tabela 3 - Largura da Legenda
(Unid.: mm)
Formato
Largura da Legenda
A1 e A0
175
A4, A3 e A2
178

As informações contidas na legenda são: designação da firma, projetista, desenhista ou outro responsável pelo conteúdo do desenho, local, data e assinatura, nome e localização do projeto, conteúdo do desenho, escala(NBR 8196), número do desenho, designação da revisão, indicação do método de projeção(NBR 10067) e unidade utilizada(NBR 10126). Além disso, a legenda pode conter informações essenciais ao projeto e desenho em questão.

O número do desenho e da revisão são colcados juntos e abaixo, no canto direito do padrão de desenho, sendo que o número de registro pode ser repetido em lugar de destaque, conforme a necessidade do usuário.

Exercício 20110404

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Vistas Isométricas (+ auxiliares):
Projeto Detalhado:

Exercício 20110403-01

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Vistas Isométricas ( + 2 auxiliares):
Projeto Detalhado:

Exercício 20110403

Render Básico:
Vistas Isométricas:
Projeto Detalhado:

Normalização para Desenho Arquitetônico


Os padrões para representação gráfica de projetos de arquitetura estão definidos na NBR 6492. É importante observar que a NBR não abrange critérios de projeto, que são objeto de outras normas ou de legislação específica de municípios ou estados, como Planos Diretores, Planos de Ocupação de Solos, etc.



Linhas

Segundo a Prof. Arq. Marcilene R. S. Iervolino, as linhas são os principais elementos do desenho arquitetônico. Além de definirem o formato, dimensão e posicionamento das paredes, portas, janelas, pilares, vigas e etc, determinam as dimensões e informam as características de cada elemento projetado. Sendo assim, estas deverão estar perfeitamente representadas dentro do desenho.

Nas plantas, cortes e fachadas, para sugerir profundidade, as linhas sofrem uma gradação no traçado em função do plano onde se encontram. As linhas em primeiro plano serão sempre mais grossas e escuras, enquanto as do segundo e demais planos visualizados serão menos intensas.

Tabela de Tipos e Espessuras (NBR 6492)
RepresentaçãoTipo Espessura
Linhas de ContornoContínua± 0,6 mm
Linhas internasContínua± 0,4 mm
Linhas situadas além do plano do desenhoTracejadas± 0,2 mm
Linhas de projeçãoTraço e dois pontos± 0,2 mm
Linhas de eixo ou coordenadasTraço e ponto± 0,2 mm
Linhas de cotasContínuas± 0,2 mm
Linhas auxiliaresContínuas± 0,1 mm
Linhas de indicação e chamadasContínuas± 0,2 mm
Linha de silhuetaContínuas± 0,2 mm
Linha de interrupção de desenhoContínuas± 0,2 mm

Fontes deste Artigo:
NBR 6492 - Representação de Projetos de Arquitetura
Desenho Arquitetônico - Prof. Arq. Marcilene R. S. Iervolino - Revisão 01

Links Úteis:
ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas

Padronização e Normalização

Image: Danilo Rizzuti / FreeDigitalPhotos.net
Visão Geral

Para possibilitar que o desenho técnico se tornasse uma linguagem gráfica, foi necessário o desenvolvimento de padrões de procedimentos de representação, através de normas reconhecidas e respeitadas internacionalmente.

Essa padronização resulta do esforço em estabelecer códigos técnicos que regulem relações entre produtores e consumidores, engenheiros, empreiteiros e clientes, entre outros.

Cada país possui seu órgão regulador. No Brasil as normas são editadas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.

O órgão responsável pelo desenvolvimento de padrões internacionais e facilitar o intercâmbio entre as nações é a Organização Internacional de Normalização (International Organization for Standarization - ISO), fundada em 1947.

Quando uma norma técnica, proposta por qualquer país membro, é aprovada pelos demais países que compõem a ISO, essa norma é organizada e editada como norma internacional.

As normas editadas pela ABNT são registradas pelo INMETRO (Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial) e estão em consonância com as normas internacionais editadas pela ISO.

Exercício 20110328

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Exercício 20110327-02

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